Cinco razões pra você assistir ‘Dilema’, a melhor pior série da Netflix

Antes de começar a ver uma série a gente pensa: será que isso vai valer a pena as horas que vou passar vendo?

Aí a gente procura saber um pouco mais sobre ela: elenco, produção, trama, etc… No caso de Dilema (What/If) da Netflix tudo era uma incógnita. Elenco? Vencedora do Oscar com mais duas indicações no bolso. Produção? A mesma de uma série que a gente já amava por ser deliciosamente ruim. Trama? Suspense digno de Supercine. Mas tá. Fizemos as contas e encaramos a série. E MEUS AMIGOS… Dilema é a melhor série ruim que você verá este ano!

Vamos então listar cinco razões pra você encarar os 10 episódios da série

1. Mike Kelley

O diretor, roteirista e produtor de Dilema é o mesmo de Revenge, uma série deliciosamente ruim que mora no nosso coração. Kelley escreveu inclusive uma versão turca da trama de Emily Thorne! E parece gostar de colocar uma atriz veterana “meio esquecida” junto com novatos em suas tramas de suspense e reviravoltas.

Leia mais: nossa despedida de Revenge

Mike Kelley e Emily VanCamp

2. Reneé Zelwegger

Com três indicações ao Oscar e uma vitória (Cold Mountain), seis indicações ao Globo de Ouro e três vitórias (Enfermeira Betty, Chicago e Cold Mountain), Reneé Zelwegger é o tipo de atriz que pode se dar a alguns luxos. Inclusive ao de ser propositalmente ruim e canastrona. As caretas e beicinhos que a atriz entrega em Dilema são impagáveis.

Reneé aliás, corre o risco de estar novamente no Oscar e no Globo de Ouro em breve: ainda este ano estará nos cinemas interpretando a diva do cinema Judy Garland em sua cinebiografia.

3. É ruim mas é bom

Dilema é daquelas produções que, assim como Revenge, abraça a canastrice e a breguice. É tudo muito novelão. Dos closes, dos fundos falsos às tramas e reviravoltas. Pra nós, acostumados com novelas, nenhuma novidade descobrir que fulana é na verdade a filha perdida de beltrana e coisas do gênero. As reviravoltas dos episódios finais, aliás, chocam um total de zero pessoas e deixam a coisa toda ainda mais divertida. Por falar em novela, a mocinha de Dilema, Lisa Donovan (Jane Levy) deixaria qualquer personagem de Carolina Dieckman no chinelo no quesito chatice. A gente chega a torcer pela vilã de tão mala que é a mocinha.

4. As tramas paralelas

A série não gira somente em torno de Anne (Reneé Zelwegger) e suas maquinações da indústria farmacêutica (hein?), mas também traz diversos outros personagens pra gente torcer contra e a favor.

Todd e Angela Archer formam um casal quase perfeito, não fosse o fato dela ter um caso com o médico do hospital onde faz residência (e aqui a gente ganha uma pincelada no tema machismo no ambiente de trabalho).

Outro casal da trama que nos conquista é Marcos e Lionel. O meio irmão de Lisa e o namorado ganham nossos corações de cara, mas também vão ter seus mistérios e aventuras.

Outros personagens também cativam como Cassidy, Avery e até Gage (interpretado por Gabriel Mann, que vivia o fiel escudeiro de Emily em Revenge).

5. A história

A trama de Dilema remete a Proposta Indecente, mas vai além. Uma milionária executiva propõe a um casal: uma noite com o marido e ela financia a pesquisa médica da moça. Eles aceitam. As complicações que vem desse acordo vão além do ciúmes. Segredos do passado são desvendados, desconfiança, trapaças e ameaças desfilam na tela junto com vestidos maravilhosos de Reneé Zelwegger.

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