Cats and dogs

Estou em vias (concretas) de obter um cachorro. Um buldogue francês para fazer companhia pro Sebastian (meu gato persa).

Sebastian

Buldogue francês

Ainda não sei qual será a reação do Sebs a respeito, já que a casa é declaradamente dele. Acho que são preocupações comuns de qualquer pai né?
Mas já tive gatos e cachorros juntos. Desde que, pelo menos um deles, cresça junto do outro, não há problemas. O que acontecia é que os dois brincavam, dormiam (em cima de mim) e até comiam juntos (em tempos que eu -minha mãe- dava resto de comida pros pets mesmo). Outras vezes o gato só ficava lá, olhando pro cachorro com aquele ar de superioridade tão comum, mas sempre se deram muito bem.
Fuçando na internet (afinal ela está aí pra isso) fui procurar algumas dicas de convivência:

Se você já tiver um gato e quer um cãozinho, o melhor é sempre observar e esperar essa amizade ocorrer naturalmente. Caso o felino seja adulto, fique atento: eles não costumam gostar muito das brincadeiras de filhotes de cães, como ficar mordendo.

“Só observe se o felino, incomodado com o novo morador, não deixa de comer ou fazer suas necessidades, pois isso pode prejudicar a saúde dele. Porque neste caso é melhor separá-los em ambientes diferentes e permitir uma aproximação bem mais lenta, respeitando o território do gato”.


1. Não seja impaciente. A harmonização entre gatos e cachorros podem levar semanas e, às vezes, três ou quatro meses, o importante é nunca desistir. Ainda que, o gato filhote guando chega na casa nova ele precisa conhecer o ambiente e se acostumar com as novas rotinas.

2. Ajude o mais fraco a escapar. Verifique se há esconderijos e rotas de fuga disponíveis ao gato. Se necessário, é aconselhável estabelecer territórios separados para ambos os animais, mantendo portas fechadas e não permitindo o contato sem supervisão e coloque a caixa de areia do seu gato onde o cachorro não possa interferir quando o gato quiser usa-la. 

3. Dê ração ao gato em local inacessível ao cachorro. Os gatos gostam de lugares altos, e provavelmente seu gato se sentirá mais seguro se você lhe der ração em uma prateleira confortável ou em cima de um armário de cozinha. E alimente seu cachorro separadamente e sozinho. Isso evita o risco de o gatinho “roubar” a ração canina (que, aliás, não é adequada para felinos) e vice-versa. 

4. Não deixe o gato fugir. Mantenha a porta da sua casa bruscamente trancada até o gato e o cachorro estabelecerem convivência amigável. Isso também evitará a possibilidade de o gatinho fugir, talvez para sempre. E quando não tiver ninguém em casa, mantenha o gato e o cachorro em cômodos separados.

5. Fique de olho no cachorro. Até que o cão e o gato tenham chegado a um consenso e convivam bem, mantenha o cachorro preso na coleira, inclusive dentro de casa. Assim você poderá agarrá-lo caso precise controlá-lo, por exemplo, se ele tentar subitamente atacar o gato.

Mas minha maior preocupação não é a convivência entre os dois, que tenho certeza será pacífica, já que Sebs vive recamando de estar muito sozinho (aparentemente minha companhia não lhe é mais suficiente). E sim o fato de ter um cachorro em um apartamento. Eu trabalho, tenho compromissos, sou uma pessoa (relativamente) normal. Então comofaz? Sim, ele precisará ficar sozinho em casa durante o dia. Só poderei levá-lo pra passear de tarde. Mas ficar com o Sebs suprirá a carência de atenção durante o dia? Será que Sebastian vai reclamar (muito)? E comida e banheiros dos dois? São criaturinhas totalmente diferentes. Minha casa não tem dois banheiros. A comida do gato deve ficar no alto, já aprendi isso, e ele, de preferência não deve ter acesso ao prato do cachorro. Será que o cãozinho vai latir demais? Se bem que já me disseram que esta raça praticamente não late, quase que só dorme. Vai se dar super bem com o Sebs então!
Também encontrei dicas de como manter seu cãozinho no ap:

1. A melhor escolha são raças pequenas ou médias. As mais adaptadas são: poodle, yorkshire, maltês, fox terrier, schnauzer, pinscher, dachshund etc.
2. Mesmo que seu cão tenha livre acesso ao apartamento, ele precisa passear e se exercitar. Leve-o para a rua de duas a três vezes ao dia, por 30 minutos, no mínimo. Exercícios fazem bem à saúde e com certeza ele ficará mais tranquilo.
3. Ofereça a ele brinquedos ou osso de couro para roer. Isso evita o “tédio” e problemas de comportamento, além de diminuir a chance de ele roer os móveis da casa ou desenvolver dermatites psicogênicas, como lamber as patas incessantemente por falta do que fazer.
4. Ter companhia não significa deixar o cão aos cuidados de uma pessoa que nem sequer olha para ele. O cachorro quer atenção e gosta de brincar. Tire um tempo para brincar com seu cão diariamente.
5. Não deixe o cachorro sozinho o dia todo. Ele pode e deve ficar algumas horas sozinho, desde filhote, para se acostumar com a ausência do dono e para não se tornar um cão dependente. Mas ele não deve ficar isolado o dia todo.
6. Se houver um parque ou praça perto de sua casa, leve seu cão para passear. O contato com plantas e outros cães fará bem ao seu animal. Você não tem amigos? Seu cão também gosta de fazer amizades!
7. Não esqueça dos vizinhos! Eles não têm a obrigação de ouvir seu cão latir o tempo todo. Há muitas maneiras de corrigir o cachorro que late compulsivamente. Em muitos casos, eles estão infelizes porque seus donos não seguem as regras anteriores.

Mas e sobre a raça? Que cachorro é esse? Como ele é?
País de origem: França
Ano: por volta de 1800
Função original: cão de colo
Função atual: cão de companhia
Pelagem: lisa, curta, macia e brilhante
Peso médio: 8kg a 14kg
Tamanho: aproximadamente 35cm


Temperamento
 
O temperamento do Buldogue Francês também confere um tom especial à raça, são cães normalmente alegres, calmos, companheiros, brincalhões e muito inteligentes. Como todas as raças de companhia, eles necessitam, acima de tudo, de contato constante com humanos. Suas necessidades de exercícios são mínimas e variam de cão para cão. Sua natureza calma os torna grandes escolhas para aqueles que vivem em apartamento, assim como sua falta de interesse em latir.
 
Sendo uma raça de cara achatada, é essencial que seus futuros donos entendam que Buldogues Franceses não devem viver fora de casa. Seu sistema de respiração comprometivo não os permitem regular suas temperaturas eficientemente. Além do mais, os Bulldogs Franceses são bem pesados e podem ter dificuldade em nadar. Sempre cuidado quando exercitar seu Buldogue Francês no calor.
 
O nível de energia de um Buldogue Francês pode variar de hiperativo e energético até a relaxado e calmo. Mas geralmente é comum que o filhote seja mais ativo até os 12 ou 18 meses, quando ele se torna efetivamente um adulto e começa a acalmar.
 
O Buldogue Francês é uma raça essencialmente com sangue bull e sangue terrier. Portanto, não é nenhuma surpresa que os problemas podem surgir quando dois cães dessa raça se juntam, principalmente quando são do mesmo sexo. Donos que estão considerando adicionar um segundo cão à sua família são geralmente advertidos e aconselhados a escolherem cães de sexo oposto. A castração pode fazer muito a fim de ajudar a diminuir essas tendências antes mesmo delas começarem.
 
Com a família
Ele até escolhe um dono preferido, mas é festeiro com todos da casa. Adora colo, carinho e demonstrações de afeto em geral. Embora não seja particularmente absorvente, não perde uma oportunidade de se aproximar para ganhar um cafuné. Recebe as pessoas com alegria e, se não for desestimulado desde cedo, com muitas lambidas de amor. Também é de seguir os donos pela casa, oferecendo companhia em tempo integral.

Informações dos sites: Época São Paulo, Tudo Sobre Cachorros, Os Paparazzi, iTodas

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