Eu sempre evitei o máximo que pude ter qualquer relacionamento que fosse com Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Por quê? Porque sei da eficiência das instituições públicas no Brasil. Em especial destes dois bancos. Salvo em raríssimas ocasiões (como em seguro desemprego antigamente ou num dos locais que trabalhei que a conta salário era obrigatoriamente no BB) evito até de passar na frente. Já vi de tudo:
filas homéricas enquanto dois caixas trabalhavam e os demais estavam vazios, sarcasmo quando demorei 30 minutos pra ser atendido com duas pessoas na minha frente na fila do caixa, caixas eletrônicos que funcionam (ridiculamente) só até as 18h, enfim, de QUASE tudo.
Afinal existem coisas que você, cidadão brasileiro que tem Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos, só pode fazer em um destes dois bancos.
Foi numa dessas armadilhas que me vi preso. Estou faz quase dois meses numa luta com a CEF por causa de um contrato. Um simples contrato. Já me foram dadas as desculpas mais descabidas para disfarçar o descaso total com o cliente, a ineficiência, a incompetência e toda a embromação que quem depende de um serviço da Caixa Econômica Federal recebe.
Isso aqui pra mim é o melhor retrato de qualquer instituição pública no Brasil. Inspirado em fatos mais do que reais…. surreais:
PS: espero que a Caixa Econômica Federal tenha serviço de clipping e que clipe blogs. Se não tiver, pode falar comigo que tenho uma ótima empresa pra indicar.

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