Madonna faz um discurso emocionado no GLAAD Media Awards

Madonna que já lutou e luta ainda com unhas e dentes para defender os LGBTQ+, desde o início de sua carreira, quando pessoas com AIDS eram vistas como aberrações, foi homenageada na última noite, em New York, pelo GLAAD Media Awards, premiação da comunidade gay.

“O primeiro homem gay que conheci se chamava Christopher Flynn. Ele era meu professor de balé no ensino médio e ele foi a primeira pessoa que acreditou em mim. Isso me fez sentir especial como dançarina, como artista e como ser humano. Eu sei que isso parece trivial e superficial, mas ele foi o primeiro homem a me dizer que eu era bonita”, disse Madonna em seu discurso.

“Ele me levou ao meu primeiro clube gay no centro de Detroit. Eu disse ao meu pai que estava tendo uma festa de pijama na casa de uma namorada – isso me deixou de castigo pelo resto do verão”, contou a interprete de “Meddlín”.

“Quando eu lancei o documentário “Na Cama com Madonna”, não pensei que iria influenciar tantos homens gays, principalmente a dizerem (…) isso é o que eu sou, goste você ou não!”

Madonna ainda complementou usando como referência a época em que adotou seus filhos: “Há 14 anos eu ouvi dizer sobre uma epidemia de AIDS no Malawi, um país na África Sub-Saariana, o qual eu, vergonhosamente, nunca tinha ouvido falar. Um país que deixou 1 milhão de crianças órfãs por causa da AIDS, então decidi ir pra lá e ver o que eu podia fazer. Eu vi hospitais lotados de crianças (…), orfanatos superlotados. Então construí escolas, orfanatos e até mesmo um hospital pediátrico; e conheci e adotei quatro dos meus seis lindos filhos.”

A cantora ainda citou sua música chamada “Extreme Occident“, que será lançada no álbum “Madame X“, dizendo que “a vida é um círculo. Morte e perda me trouxeram nova vida. Trouxeram o amor”.

E ainda concluiu: “Madame X é uma lutadora da liberdade!”

A trajetória da cantora com o público LGBTQ é extensa e nos remete a 1989, como ela mesma relembrou em seu discurso. Desde então, músicas como “Express Yourself“, “In This Life“e a mais recente “I Rise“, todas escritas por ela, são consideradas hinos pela comunidade. Nas eleições presidenciais dos EUA de 2016, Madonna expôs sua opinião tendo como base de defesa a comunidade gay. Inúmeras drag queens e transformistas pagam tributo à cantora em seus trabalhos. Covers e impersonators vivem por homenagear Madonna, que nunca abandonou a comunidade.

VIA VIA

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