Pausa Dramática no ID Fashion: saiba o que a Valerie, nossa enviada especial achou do evento

Olá você que está lendo essa matéria, eu me chamo Valerie, sou dragqueen no canal Drag-à-Porter e fui convidada pelo Pausa Dramática para acompanhar o primeiro dia do ID Fashion no instagram do Pausa (se você ainda não segue vai lá) e fazer esse postzinho lindo para você, então vem comigo que vai ser choque de monstro e se você quer ver mais do evento, se inscreve no meu canal que logo teremos vlog.

Para começar vamos nos situar sobre a temática do evento para pode entender melhor tudo oque aconteceu. O tema desse ano era: Mundo Híbrido (em sentido figurado, híbrido é tudo aquilo que é composto por elementos diferentes), então nada mais justo que colocar em um mesmo espaço diversos elementos que mesmo que parecessem diferentes, ainda fizessem parte de algo maior e único, inclusive, uma das frases presente no evento e que super reforça essa ideia é: O mundo muda a moda e quem muda o mundo é você.

No dia tivemos 4 Catwalks (desfiles), além do User experience, o Living Lab, as lojas expondo e os ID Talk (espécie de palestra com os especialistas do ramo). Para falar melhor sobre tudo, vou dar um enfoque maior nos desfiles e dar uma passada mais rápida sobre as outras coisas que aconteceram.

Logo no começo do evento, o pessoal pode conferir o Living Lab. No espaço da Mundo Livre F.M. você podia customizar a sua própria camiseta (na verdade quem customizava era uma das meninas que estavam no stand, mas quem podia pedir a forma da customização era você mesmo, então acaba dando na mesma, você só não corria o risco de se cortar com estilete ou colar os dedinhos). Ainda no Living Lab havia um espaço da prefeitura onde as pessoas podiam descansar se quisessem e se informar sobre os programas que a prefeitura oferece, como por exemplo o Vale do Pinhão.

Ao mesmo tempo que acontecia o Living Lab, também aconteciam as Stores, que eram os espaços expositivos onde estavam as marcas. Uma coisa que eu achei bem interessante, é que nem todas as lojas que estavam expondo tinham produtos para vender, algumas marcas apenas colocaram seus produtos para o público ver e testar a taxa de aprovação dos curitibanos, uma estratégia bem interessante e inteligente. No espaço das Stores haviam as marcas: Elyane Fiuza, Six One, Transmuta, Yski, Milho Guerreiro, FZO, Holls, Indiozinhos, LAAS, Noiga e V.Luxo.

Junto com o Living Lab & Store, ainda aconteceu o User Experience, onde era possível ver todos os processos de execução das peças de roupa, desde a produção dos croquis até a costura e acabamento das peças. Essa ação foi um desafio lançado em conjunto com o curso de Design de Moda das Faculdades da Indústria do Sistema Fiep, onde seis equipes de dois alunos cada tinham a tarefa de confeccionar uma peça de roupa nesses dois dias de evento.

Às 16h tivemos o ID Talk com Luiz Arruda e às 18h com a Cris Guerra. Na palestra do Luiz, ele falou sobre as novas formas de consumir e como os consumidores tem se adaptado aos avanços tecnológicos e também abordou sobre o comportamento de consumo da geração M. A Cris nos contou um pouco sobre como foi a trajetória dela com seu blog e como a moda tem mudado ao decorrer do tempo e uma das coisas que eu particularmente achei mais divertidas, ela ainda questionou o que é moda e como consumimos ela.

Agora vamos falar de fechação, vamos falar de close, vamos falar de desfile. Os desfiles acabaram atrasando geralmente em 30 minutos do horário oficial, mas isso não diminuiu as expectativas do público nem atrapalhou a beleza do evento. O catwalk começou com as marcas Transmuta, Yski e Empatize.

O primeiro desfile foi o mais impactante em relação ao visual da produção e maquiagem dos modelos, tivemos muito brilho e design em diversas peças, era até mesmo perceptível um que de discurso político no desfile todo desde a produção dos modelos até frases na roupa, como uma jaqueta com a frase “Wake up” (acorde) com um olho aberto nas costas. A ideia da Transmuta foi transmitir que as roupas podem sim ter uma vida eterna, já a Yski foi a que mais trouxe símbolos de empoderamento para a passarela e transmitiu a ideia de passar os discursos do corpo empoderado para as roupas por meio das máscaras nos modelos e dos elementos visuais, e por fim, a Empatize trouxe a ideia do corpo humano no vestuário, por meio das cores, maquiagem marcada e designs que beira o poético.

O segundo desfile foi da marca Vale da Seda, as peças realmente eram muito poéticas, com muita fluidez e sempre enobrecendo o corpo feminino. As estampas foram confeccionadas manualmente pelo estilista com folhas, algo que conferiu um ar rústico as peças e favoreceu ainda mais a aura poética e levemente mística tanto das peças quanto do desfile.

O terceiro desfile foi da marca Elyane Fiuza, sendo a única marca de bolsas do dia. Um elemento ótimo que a marca adotou para os modelos, foram roupas na cor bege e preto sendo todas completamente básicas (uma ótima estratégia para tirar a atenção do corpo e passar completamente para os produtos da marca). As bolsas foram um show de variedade, indo desde motivos divertidos, como aqueles cereais matinais coloridos, até bolsas com franjas, com estampa xadrez e variedades de tamanho desde pequenas a tiracolo, até grandes, como bolsas para o dia-a-dia básicas e também opções fashion.

Para fechar o dia, tivemos o desfile da Six One que eu não tenho nem palavras para descrever (ok, eu sou suspeita para falar pois eu amo um brilho, um strass e um paetê), foi tudo de lindo e ainda foi a única marca do dia que fez uma ação de dar mimos para quem foi assistir o desfile. Para começar, quem conseguiu entrar antes para ver o desfile, se deparou com alguns lenços deixados nas cadeiras como brindes para todos que fossem assistir a coleção (inclusive as peças eram lindas). Mal o desfile começou eu já me apaixonei, as peças eram realmente lindas, com estampas muito bem trabalhadas, o brilho era sem exageros e ainda todas as peças da coleção tinham uma ótima harmonia tendo estampas, brilhos ou pendendo para algo mais básico.

VEJA ALGUNS FLASHES DOS DESFILES NO NOSSO STORIES ESPECIAL DA COBERTURA DO EVENTO

Um conselho, se você quer ir no ID do ano que vem, busque saber quais marcas estarão lá expondo para tentar conseguir um convite para ver os desfiles. As pessoas com convite podem entrar antes que as outras, isso garante que você tenha um bom lugar para assistir o desfile todo e ainda de quebra se a marca deixar mimos nas cadeiras, você consegue garantir o seu. Espero que tenham gostado da minha participação tanto aqui quanto no instagram do Pausa Dramática, eu encerro esse post com a frase que eu mais gosto de dizer: A moda, somos nós que fazemos! Beijos lind@s.

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