Dia do sexo – 10 filmes “não-pornôs” em que as cenas de sexo são reais

Dia 06 de setembro é considerado o dia do sexo porque… bom… é 06 do 09. O resto você já tem idade pra concluir.

Em homenagem a esta data tão… especial… resolvemos postar uma lista tão especial quanto: 10 filmes “não-pornográficos” em que as cenas de sexo são reais e explícitas. Daquelas pra não assistir com a mãe ou a avó hein.

Love (2015)

O cineasta argentino Gaspar Noé chocou público e crítica com duas horas de muito sexo. Tudo real, e em 3D. As cenas retratam as memórias safadas do protagonista. Parte do público do Festival de Cannes deixou as as poltronas antes dos dez minutos iniciais do longa. Polêmico, Noé também dirigiu Irreversível (2002), que foi duramente criticado por enfatizar a violência sexual.

9 Canções (2004)

A história se passa em Londres e explora em detalhes apimentados a relação amorosa do casal de músicos Matt e Lisa. É basicamente um filme com cenas variadas de sexo e masturbação intercaladas por nove apresentações de bandas alternativas, como Primal Scream e Dandy Warhols – numa tentativa de retratar o “vazio existencial de uma geração” (ou algo assim). Seja como for, conseguiu bilheterias razoáveis mundo afora. Segundo o Guardian, o maior jornal britânico, “foi o filme popular mais sexualmente explícito” já feito.

Calígula (1979)

Esse retrato da decadência moral de Roma foi feito para chocar (como todos as produções aqui), mas com uma diferença: o elenco estrelado. O imperador Calígula é Malcom McDowell, astro de Laranja Mecânica (1972), de Stanley Kubric. Também estão lá Peter O’Toole e Helen Mirren, que em 2007 ganhou o Oscar por sua interpretação da rainha Elizabeth 2ª. Por outro lado, não são eles que fazem sexo, só os figurantes mesmo.

Parceiros na Noite (1980)

“Parceiros da noite” foi muito criticado por ser homofóbico, mas esse suspense, em que Al Pacino interpreta um policial disfarçado em bares de fetiche gay para encontrar um assassino, é muito mais complicado do que isso. As cenas de assassinato foram filmadas enquanto ocorria sexo gay de verdade, o que definitivamente pede por análise — mas não rejeição.

Anticristo (2009)

Nenhum filme de Lars Von Trier é simples, e este é dos mais… excêntricos. No prólogo de “Anticristo”, um casal está transando no chuveiro (não simulado, como era de se esperar), quando seu filho cai de uma janela e morre. Como o homem e a mulher sem nome, Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg usaram dublês nas cenas explícitas.

Um Estranho no Lago (2013)

Fazer uma relação entre sexo gay e violência não é nada novo — veja “Parceiros da Noite”, mas também “Festim Diabólico” de Alfred Hitchcock e inúmeros outros. “Um Estranho no Lago”, entretanto, é uma versão mais moderna do conceito, com um assassinato ocorrendo em um lago nudista e famoso local de paquera gay. O nu masculino aparece constantemente. Trata-se da história da paixão de Franck (Pierre Deladonchamps) por Michel (Christophe Paou). Um assassinato desata uma série de intrigas e suspeitas. O filme foi premiado em Cannes e é único, já que seu elenco é formado 100% por homens.

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Intimidade (2001)

Se coloque no lugar do protagonista: um cara que leva uma vida solitária, não ganha bem e ainda tomou um pé na bunda da esposa que, de quebra, levou embora seus dois filhos. Triste, né? Mas o que era para ser um dramalhão, até que esquentou um pouco. Sem cair no clichê dos filmes românticos, o diretor Patrice Chéreau criou uma alma “quase gêmea” para o personagem. O resultado? Cenas de sexo selvagem, de rolar pelo chão da casa, muita paixão, discussões, mas nenhum compromisso formal.

Deite Comigo (2005)

“Deite Comigo” é notável em parte porque os dois protagonistas, Eric Balfour e Lauren Lee Smith, são muito conhecidos — principalmente Balfour — e fazem sexo não simulado. De outra forma, é outro tipo de versão do modelo de “O Último Tango em Paris”, embora com um distinto estilo canadense. Leila é uma jovem sexualmente voraz que se relaciona com homens em breves encontros íntimos. Os protagonistas, Eric Balfour e Lauren Lee Smith, admitiram que as cenas de sexo são reais. Não foram feitas por dublês.

Pasolini (2014)

O filme narra os últimos dias do brilhante e plural Pier Paolo Pasolini, interpretado por Willem Dafoe. O diretor de cinema e escritor italiano foi assassinado em 1975. O cineasta se enamora de um jovem dos subúrbios de Roma e, apesar do alto conteúdo sexual não simulado, a crítica recebeu o filme com comentários favoráveis.

Shortbus (2006)

Deixamos Shortbus por último por um motivo: ele tem um lugar especial em nosso coração. Por várias razões.

Em primeiro lugar porque é escrito e dirigido por John Cameron Mitchell, o mesmo de Hedwig que, todos nossos leitores sabem, é um de nossos filmes preferidos.

Depois, porque o longa traz um elenco diverso como poucos. Brancos, negros, asiáticos, gays, heteros… te para todos os gostos.

E, por último mas não menos importante, porque estamos falando de SEXO em filmes não-pornográficos. E, nesse quesito, Shortbus não deixa nada a desejar.

A primeira cena do longa mostra um homem se masturbando e (bom, não tem porque usarmos de falsos pudores né?) chupando a si mesmo enquanto filma e outra pessoa assiste de uma janela.

Shortbus é na verdade um filme sobre como o sexo (ou a falta dele) pode afetar os relacionamentos. Mulheres que não sentem prazer, homens que gostam de ser chicoteados, casais em que o relacionamento “esfriou”… diversas histórias de diversos personagens passam na tela, cruzando caminhos e se intercalando.

O filme tem diversas cenas explícitas de sexo, masturbação e ejaculação mas nunca parece forçado.

Com informações DE, DE e DE

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