A Última Casa: novo filme da Netflix com Wagner Moura vale a pena?

O simples fato de ver o brasileiríssimo Wagner Moura estrelando um longa americano na Netflix já seria suficiente pra fazer a gente querer assistir A Última Casa, longa de suspense que acabou de chegar na plataforma.

Se o filme partir de uma premissa interessante, melhor ainda. E é justamente esse o caso aqui. Um suspense com tensão crescente com ótimo elenco e ótima história, A Última Casa é um longa que vale a pena do início ao fim.

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Sem muita enrolação somos jogados na vida de uma família típica: o pai gosta de pescar de vez em quando e, em uma de suas pescarias volta pra casa às pressas antes de começar uma tempestade. Lá, a mulher e os dois filhos esperam para comprar uma árvore de Natal. Mesmo com a chuva iminente, a família decide sair. Mas não vai conseguir.

Todas as portas e janelas estão seladas. Fechaduras não funcionam, vidros não quebram. Eles estão literalmente presos em casa.

A partir daí a tensão e o suspense do filme vão crescendo, levando ao limite tudo e todos e levantando inúmeras perguntas: o que aconteceu? Foi em todas as casas? Quanto tempo vai durar? Ninguém tem essas respostas.

Não vou entrar em detalhes maiores pra não dar spoilers, mas o longa é uma analogia direta ao período da pandemia, onde não podíamos sair de casa. No caso do filme é ainda pior porque eles estão literalmente trancados. Não podem sair pra comprar comida, remédio, nada. São obrigados a conviver 24 horas, arrumar maneiras de passar o tempo com o que têm. E se preocupar com o futuro.

Até o final, A Última Casa vai levar seus personagens ao extremo. O conformismo inicial dando lugar ao desespero. As saídas improvisadas dando lugar às necessidades mais urgentes.

Se você gosta de um suspense psicológico de roer as unhas, sem saber o que vai acontecer ou como tudo vai terminar, A Última Casa é uma ótima escolha.

Você já assistiu? Conta pra mim o que você achou nos comentários.

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