5 coisas que eu queria ter descoberto quando comecei a fazer crochê

Quando eu resolvi começar a fazer crochê fui pro Youtube, pedi dicas pra minha sogra, comprei a linha mais barata da loja e uma agulha simples e fui de cabeça.

E caí do cavalo… muita coisa estava errada nesse processo e isso eu só fui aprendendo aos poucos.

CONFIRA ESSE CONTEÚDO EM VÍDEO

Por isso, hoje eu trago 5 dicas importantes pra quem está iniciando no maravilhoso mundo do crochê não cometer os mesmos erros que eu.

Se você quer tirar o melhor proveito da crocheterapia assim como eu já salva esse vídeo pra consultar sempre que necessário.

1. A agulha certa importa

No começo, a gente acha que qualquer agulha serve para qualquer fio. “Vou comprar qualquer uma, vai dar certo!”. Spoiler: não vai. 

Usar a agulha no tamanho errado pode acabar com seu trabalho. E comprar qualquer uma também pode acabar com seu pulso.

A minha dica é: consulte sempre o rótulo do fio, ele traz sugestões de numeração que vão te ajudar bastante. E invista um pouquinho a mais em uma agulha com cabo ergonômico. Seu pulso vai agradecer. 

2. Sim, matemática vai fazer parte do processo

Você começa um cachecol com 20 pontos e termina com 35 (ou 12). Parece que o trabalho ganhou vida própria e começou a procriar — ou a sumir. 

A contagem de pontos, aumentos, diminuições e carreiras vai fazer parte da sua vida. E você vai precisar fazer contas aqui e ali.

A dica aqui é: use marcadores de pontos ou outras coisas que te ajudem a não perder a conta, como os pop it que eu já indiquei aqui em outro vídeo.

3. “Desmanchar” e ignorar erros vão fazer parte do design

É inevitável: você vai passar duas horas fazendo uma peça, olhar para trás e ver um erro lá na segunda carreira. 

O desejo é chorar, mas a verdade é que você tem duas opções: desmanchar e refazer tudo ou simplesmente ignorar aquele errinho que, convenhamos, quem não é especialista em crochê não vai nem perceber.

Quem nunca?

4. Ergonomia importa 

A empolgação de terminar aquele primeiro amigurumi é tanta que a gente esquece que é humano. 

Ficar cinco horas seguidas na mesma posição, tensionando o fio como se a vida dependesse daquillo vai te dar uma dor gigante no pulso antes da hora.

Faça pausas, alongue as mãos e não aperte tanto a agulha. O crochê deve ser um abraço, não uma luta de braço.

E use uma agulha com cabo ergonômico. Eu sei, já falei isso mas é realmente importante.

5. O fio barato pode sair caro

Para treinar, a gente tende a comprar o fio mais baratinho e “seco” da loja. 

O problema é que muitos dificultam o trabalho, ainda mais pra quem está começando. Fios duros, que desfiam com facilidade ou que não deslizam na agulha podem transformar um hobby relaxante em um teste de paciência digno de um monge tibetano.

A minha dica nesse caso é: compre um novelo do fio amigurumi da Círculo de cor clara para começar. Ele é fácil e macio de trabalhar e a cor clara vai facilitar na hora de ver os pontos.

Mas a dica mais importante é: comece. Não se preocupe se sua primeira peça ficar torta, feia, com pontos de diferentes tensões ou buracos. Meu primeiro quadradinho da vovó deu tão certo que saiu um triângulo…

O importante é começar e treinar. A prática leva à perfeição. E a ideia aqui é fazer crochê para relaxar e não inventar uma obrigação a mais cheia de cobrança.

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