Meghan Trainor e Jennifer Lopez brigam contra o machismo e o Photoshop em novos vídeos

Meghan Trainor provocou comoção na internet na última segunda-feira ao insistir que sua gravadora tirasse do ar o vídeo de “Me Too”, depois de perceber que algumas das imagens tinham sido excessivamente alteradas para fazê-la parecer mais magra. E 24 horas depois a cantora teve o vídeo original lançado.

Trainor, que entre um verso e outro canta “I can’t help loving myself”, insistiu que o clipe original fosse lançado sem modificações após ver que as edições tinham sido feitas sem sua autorização. Em um vídeo nom Snapchat a cantora explicava aos fãs que não entendia por que as modificações tinham sido feitas: “Estou cansada e cheia disso, então o vídeo vai ficar fora do ar até que seja arrumado. Minha cintura não é fina daquele jeito, eu estava com um corpo legal naquela noite, não sei porque alguém não gostou, mas eu não aprovei aquele vídeo e ele foi divulgado para o mundo, o que foi bastante embaraçoso. Ainda é um dos meus favoritos dentre os que já fiz, estou muito orgulhosa dele. Só estou brava porque eles praticamente quebraram minhas costelas.”

Nunca é demais lembrar que Trainor fez sucesso justamente exaltando suas curvas e cantando sobre ser feliz com o próprio corpo. Assista ao vídeo de “Me Too” (sem modificações) abaixo:

Em outra frente, Jennifer Lopez lançou na semana passada o clipe de “Ain’t Your Mamma”, mais um manifesto do empoderamento feminino na sociedade, escrito justamente por Meghan Trainor.

Iniciando com uma conversa no telefone que praticamente toda mulher já teve, Lopez nos leva então para um jornal de TV, onde o discurso de Hillary Clinton sobre o poder da mulher está sendo transmitido.

A partir deste ponto, o clipe faz uma viagem no tempo por referências enquanto coloca mulheres lutando por sua independência (interpretadas pela própria J.Lo): de uma cozinha nos anos 50, passando por um escritório nos anos 60, uma linha de produção nos anos 70 e um escritório nos anos 90. Tudo facilmente reconhecível pelos figurinos (um beijo pras ombreiras), cabelos e acessórios (repare no celular no escritório).

O vídeo termina, como não poderia deixar de ser, com uma marcha feminina transformada em coreografia. Assista:

 

 

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