70 curiosidades para comemorar os 70 anos de Freddie Mercury

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Freddie Mercury, líder da banda Queen entre 1971 e 1991, completaria 70 anos hoje. Isso se não tivesse sido uma vítima da aids. O ano de 2016, aliás, é singular. Marca não somente o 70º aniversário do astro, mas também os 30 anos de seu último show e os 25 anos de sua morte, ocorrida em 1991.

Mercury era uma figura peculiar no rock, como atestam estas 70 curiosidades sobre ele:

1) Nasceu na África, com o nome Farrokh Bulsara, em 5 de setembro de 1946, em Zanzibar (atual Tanzânia).

2) Era filho de parses, iranianos que migraram para a Índia para evitar perseguição religiosa.

3) Seus pais eram Bomi Bulsara, funcionário do Banco Colonial Inglês, e Jen Bulsara.

4) Tem uma irmã, Kashmira, nascida em 1952.

5) Aos 8 anos, foi enviado para a St. Peter Boarding School, uma escola para meninos em Bombaim (Índia).

6) Nesta escola, ganhou o apelido “Freddie”

7) Formou sua primeira banda, a Hectics, aos 12 anos.

8) Na escola, era bom pugilista.

9) Foi para Londres aos 17 anos, com a família, para fugir da revolução de Zanzibar, em janeiro de 1964.

10) Apesar de sua origem, nunca sofreu racismo.

11) Formou-se designer gráfico na Ealing Art College.

12) Tocava instrumentos por intuição. Não tinha formação musical.

13) Queria ser cantor de ópera.

14) Conheceu o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor através de Tim Staffell, em 1968.

15) Antes do Queen, era vocalista de uma banda chamada Smile, que tinha May, Taylor e Staffell.

16) Usou o nome artístico “Larry Lurex”.

17) Conheceu o baixista John Deacon em 1970.

18) Inicou o relacionamento com Mary Austin em 1970.

19) Passou a usar “Mercury” devido à astrologia. Ele é do signo de virgem, cujo regente é Mercúrio.

20) Foi Mercury quem criou a logomarca do Queen — dois leões, duas fadas e um caranguejo, além de uma fênix. Leão é o signo do baterista Roger Taylor e do baixista John Deacon. O caranguejo, sempre em chamas, representava Brian May, de câncer. As fadinhas eram as virgens.

21) Foi dele a ideia de dar os royalties de cada música do Queen integralmente para quem era o autor da canção — uma decisão que gerou problemas nos anos seguintes.

22) A voz de Mecury varia entre barítono e soprano. E é considerada “inigualável” até pela ciência.

23) Era o principal compositor do Queen, ao lado de Brian May.

24) Os dois primeiros discos (Queen e Queen II) tiveram recepção fria da imprensa especializada na época.

25) Compôs Killer Queen, do disco Sheer Heart Attack, considerado o primeiro grande sucesso do Queen.

26) Escreveu Bohemian Rhaspdy sozinho, em 1974. Nunca explicou o significado da música, de 5min59s em três atos, que mistura melancolia, vocais operísticos e rock pesado com uma letra trágica.

27) Bohemian Rhaspdy integrou o disco A Night na the Opera, de 1975.

28) O disco seguinte do Queen, A Day at the Races (1976), se contrapunha a A Night at the Opera. Os nomes de ambos vieram de filmes dos irmãos Marx.

29) Não era “homossexual”, e sim “bissexual”; tinha relações sexuais com homens e mulheres.

30) Por isso, desfez o relacionamento com Mary em 1976. Mas ficaram amigos.

31) Compôs We Are the Champions, que se tornou um hino para encerrar os shows do Queen. A música está em News of the World, lançado em 1977.

32) Jazz, disco de 1978, traz Don’t Stop Me Now, de Mercury, mais reconhecida hoje que na época do lançamento

33) Teve a ideia de compor Crazy Little Thing Called Love enquanto tomava banho. A música faz parte do álbum The Game (1980).

34) “Comprou” a ideia de fazer uma trilha sonora para um filme. E assim surgiu Flash Gordon (1980).

35) Apesar da fama de “difícil”, muitas vezes era quem mediava conflitos entre os integrantes do Queen.

36) Apresentou-se no Brasil pela primeira vez em 1981, com o Queen, em São Paulo.

37) Vivia às turras com a imprensa dos Estados Unidos.

38) Gravou Under Pressure em parceria com David Bowie.

39) Foi o mentor intelectual do álbum Hot Space, porque queria misturar funk, new wave e outros estilos. Os outros integrantes eram contra. O disco, de 1982, se tornou o único grande fiasco do grupo. Desagradou fãs e a crítica.

40) O prestígio do Queen foi recuperado com o disco seguinte, The Works, de 1984, que traz clássicos como Radio Ga-Ga e I Want to Break Free. Nenhuma delas era de Mercury.

41) Com o Queen, fez shows na África do Sul em 1984. Tecnicamente, furou o boicote ao país, que vivia o apartheid. Contudo, na África a banda participou de vários eventos anti-apartheid que tiveram repercussão global.

42) Foi um dos grandes fiadores do Rock in Rio entre os roqueiros internacionais, que não queriam vir ao Brasil.

43) “Trollou” a repórter Glória Maria, da Globo. Quando ela fazia a pergunta em inglês respondia uma coisa. Quando repetia a pergunta em português, para a edição na TV, ele respondia outra coisa diferente.

44) Decepcionou-se com a plateia do Rock in Rio ao ser vaiado na execução da música I Want to Break Free, por ter entrado fantasiado de mulher.

45) Considera que o show no Live Aid, em 1985, em Wembley, foi o ponto alto da trajetória do Queen.

46) Gravou um álbum solo, Mr. Bad Guy, em 1985.

47) Depois, voltou a gravar com o Queen, lançando A Kind of Magic (1986).

48) Seu último momento no palco foi no dia 9 de agosto de 1986, no estádio Wembley, em Londres, num show da turnê Live Magic.

49) Suspeita-se que tenha contraído aids em 1986 ou 1987, em Nova York. Foi diagnosticado como soropositivo em abril de 1987.

50) Jim Hutton, seu parceiro, foi avisado da doença e mesmo assim quis ficar com ele.

51) A aids, contudo, era especulada antes disso.

52) Ajudou a aplacar algumas crises de depressão de Brian May durante as gravações de The Miracle (1989).

53) Nesse disco, por decisão de Mercury, todas as músicas foram creditadas igualmente aos quatro integrantes do Queen e os royalties passaram a ser divididos por igual.

54) Gravou um disco com a soprano Montserrat Caballé, em 1989.

55) Comunicou os colegas de banda sobre a aids em 1989.

56) Quando piorou da doença, pediu a May, Taylor e Deacon que gravassem o máximo de músicas possível.

57) Foi o autor da música Innuendo, uma canção de 6 minutos em três atos, comparável a Bohemian Rhapsody.

58) Sua última aparição em vídeo foi no clipe da música These Are the Days of Our Lives. O vídeo desta música foi lançado em preto-e-branco para disfarçar sua aparência.

59) Gravou The Show Must Go On em apenas um take.

60) O disco Innuendo foi lançado em 1991 e é o último do Queen com Mercury ainda presente.

61) Admitiu publicamente a aids apenas em 23 de novembro de 1991, em comunicado à imprensa.

62) Oficialmente, morreu de broncopneumonia em decorrência da aids, em 24 de novembro de 1991. O corpo foi cremado e pouquíssimas pessoas sabem do paradeiro das cinzas.

63) O dia de sua morte foi também o dia em que morreu Eric Carr, baterista do Kiss, de câncer. Carr acabou “esquecido” pela mídia neste dia.

64) Ganhou um show em sua homenagem em 1992, o Freddie Mercury Tribute Concert, com a presença de artistas renomados como Elton John, David Bowie e Liza Minelli.

65) Em 1995, o Queen lançou Made in Heaven, um álbum que tinha restos de gravações feitas por Mercury.

66) Depois disso, o Queen lançou algumas coletâneas e um disco com Paul Rodgers nos vocais, em lugar de Mercury (The Cosmos Rocks, 2008).

67) Ganhou uma estátua às margens do lago Lèman, em Montreux (Suíça), em 1996.

68) No Rock in Rio 2015, foi “substituído” por Adam Lambert. Mas apareceu em duas canções, em um telão.

69) Bohemian Rhapsody foi eleita seguidas vezes como a melhor música de rock da história.

70) Em 2016, foi eleito o 9º artista da música mais influente da história pela revista Rolling Stone.

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