Cinema LGBT – Parte 1: Da Hollywood clássica à descoberta da AIDS

Vamos começar hoje uma série de 5 postagens sobre a história do Cinema LGBT.

De forma bastante resumida, vamos enfocar diversos aspectos, deste do retrato dos personagens até as temáticas envolvendo a população LGBT no cinema.

Boa leitura 😉

Textos de Flávio St Jayme

Parte 1: Da Hollywood clássica à descoberta da AIDS

Hollywood

Em 1948 o hoje considerado clássico Festim Diabólico, dirigido por Alfred Hitchcock, trazia um casal de homens como protagonista. Ainda que de forma velada, os dois homens eram os personagens centrais da trama. Outros filmes considerados clássicos do cinema como Ardida como Pimenta (1953) e Quanto Mais Quente Melhor (1958) abordavam também o tema.

Se nas décadas seguintes o gay foi praticamente esquecido no cinema americano (Victor ou Victoria retomaria o tema em 1982), os atores da Hollywood clássica faziam o impossível para se manter no armário. Em 2012 o livro Full Service (Serviço Completo) revelou diversos dos atores e atrizes que eram gays ou bissexuais e não se assumiam: James Dean, Rock Hudson, Cary Grant, Marlon Brando, Katharine Hepburn, Rita Hayworth, Mae West, Laurence Olivier e Judy Garland eram somente alguns dos nomes mais conhecidos da lista.

De lá pra cá muita coisa mudou no mundo real e nas telas e, depois de relegados ao segundo plano, na década de 1980 e início de 1990 o homem gay voltou à temática do cinema com a descoberta da AIDS. Neste momento que a doença era considerada o grande castigo para os homossexuais, os filmes traziam a mensagem da culpa. Longas como Parceiros da Noite (1980), Minha Adorável Lavanderia (1985), Maurice (1987), Essa Estranha Atração (1988) e aquele que se tornou o grande símbolo deste momento, Filadélfia (1993).

Leia mais:

Parte 1 – Da Hollywood clássica à descoberta da AIDS

Parte 2 – Da ascensão da alegria à diversidade de retratos

Parte 3 – Da popularização e variedade ao Oscar de melhor filme

Parte 4 – Europa e América Latina

Parte 5 – Brasil

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4 pensamentos sobre “Cinema LGBT – Parte 1: Da Hollywood clássica à descoberta da AIDS

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