Mais 11 teorias de filmes que você (provavelmente) não conhecia e nunca tinha pensado a respeito

Já postamos AQUI uma matéria sobre diversas teorias (loucas ou não) envolvendo filmes. Coisas que dizem que ‘O Iluminado’ é uma confissão de que o homem nunca pisou na lua, que Ferris Buller nunca existiu e é apenas uma invenção da cabeça do protagonista de ‘Curtindo a Vida Adoidado’, que ‘Toy Story 3’ é uma analogia ao Holocausto ou que ‘Aladdin’ se passa em um futuro pós-apocalíptico. Clica ali e lê, também tem teorias sobre Clube da Luta, De Volta Para o Futuro, O Mágico de Oz (além daquela sobre o munchkin suicida), Arrasta-me Para o Inferno, Homem-Aranha e A Origem. Também já publicamos AQUI uma outra teoria que diz que o ET do filme de Steven Spielberg é na verdade um padawan, um aprendiz de jedi da saga ‘Star Wars’.

Já falamos também da Teoria da Pixar, que diz que todos os filmes na verdade fazem parte de uma única história onde as máquinas dominaram os humanos. Leia AQUI.

Como se não fosse suficiente, partiu comentar mais algumas teorias. Parte desta matéria foi adaptada de uma postagem do Adoro Cinema e outras partes de outros sites.

1. HARRY POTTER na verdade é doente mental e Hogwarts é um manicômio

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Harry seria, na verdade, um menino traumatizado pelos Dursley, que não seriam seus tios, mas sim os seus verdadeiros pais. Por isso, ele inventa figuras paternas idealizadas, que teriam sido supostamente mortas por Voldemort quando ele era um bebê. Suas alucinações fizeram com que ele tivesse de ir para uma “escola especial”, que na verdade é um hospital psiquiátrico. Todo o desenrolar da franquia seria um devaneio de Harry para lidar com sua sufocante condição mental e entediante rotina no hospício.

O que comprovaria a tese seria a frase que Harry diz para Dumbledore em uma onírica estação de trem de King’s Cross em Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2, último filme da saga. “Me diga uma última coisa”, pergunta Harry, “Isso é real? Ou está acontecendo apenas dentro da minha cabeça?”. Dumbledore responde: “É claro que isso está acontecendo na sua cabeça, Harry, mas porque isso significaria que não foi real?”.

1.5. Nada é real e na verdade HARRY POTTER é apenas uma criança de imaginação fértil

Uma outra tese, menos mirabolante, é que todas as aventuras descritas nos oito filmes da franquia são fruto da imaginação de Harry, uma espécie de fuga, motivada pela obrigação de viver em um claustrofóbico armário debaixo da escada. É bom lembrar que aqui, praticamente qualquer aventura infantil se encaixa: Nárnia, Desventuras em Série, Coraline, Onde Vivem Os Monstros… sempre podem ser apenas crianças que, em face de uma situação muito difícil, criam para si um universo paralelo.

As teorias contam com a aprovação de J. K. Rowling: “Acho que esta questão é fabulosa e que conversa com perfeição com a verdade dos livros, porque me sugeriram isso mais de uma vez, que Harry enlouqueceu no armário debaixo da escada e que tudo que aconteceu subsequentemente foi algum tipo de vida fantasiosa que ele desenvolveu para se salvar”, afirmou a autora em uma entrevista.

2. Batman realmente morreu no final de O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE

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No final de O Cavaleiro das Trevas Ressurge, o Batman não consegue desarmar a bomba nuclear armada por Talia al Ghul (Marion Cotillard). Para evitar uma tragédia sem precedentes em Gotham City, o herói usa uma aeronave para carregar o explosivo de destruição em massa em direção ao oceano, onde ele explode sem afetar os habitantes da cidade. O suposto martírio do Batman eleva o herói ao status de salvador de Gotham. Bruce Wayne é dado como morto durante a insurgência popular liderada por Bane. Entretanto, no final do filme, Alfred vislumbra Bruce e Selina em um momento de felicidade em Florença, na Itália, onde ambos passam despercebidos pelos demais.

Porém, alguns acreditam que o final de O Cavaleiro das Trevas Ressurge não foi tão feliz assim. Mesmo que fosse possível para o Batman deixar a aeronave no piloto automático e fugir, não haveria como fazer isso rápido o bastante para evitar ser morto pela explosão. Além do mais, o objetivo de Bruce Wayne nunca foi ser feliz para sempre. Sem contar que um bilionário mundialmente conhecido como ele jamais poderia andar à luz do dia em uma das cidades turísticas mais famosas da Itália sem ser identificado. Por isso, muitos acreditam que a cena final, em que Albert vislumbra Bruce e Selina (Anne Hathaway), não passa de uma fantasia do mordomo, que sempre desejou ver Bruce vivendo uma vida plena ao lado de uma companheira.

Há ainda quem diga todo o arco dramático da trilogia de Christopher Nolan nunca aconteceu de fato. Bruce teria morrido jovem, logo no início de Batman Begins, na cena em que ele cai em um poço cheio de morcegos. Desiludido por ter falhado em sua função de proteger o menino, Alfred imagina uma vida cheia de aventuras em que Bruce é um admirável herói. Depois de ser consumido pela culpa, Alfred se mata. A cena em que ele observa Bruce em Florença seria um momento utópico em que os dois se encontram no pós-vida.

3. Jack nunca existiu de verdade em TITANIC

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A principal tese alternativa sobre a história do romance dirigido por Cameron é que Rose era uma jovem em profunda depressão por ter de casar por obrigação com o arrogante ricaço Cal Hockley (Billy Zane).

Seu estado psiquiátrico fez com que ela tentasse até se matar. Foi aí que Jack “apareceu” para Rose pela primeira vez. Ele tenta evitar que ela se lance no mar. Na verdade, Jack seria apenas uma fantasia da psiquê atormentada de Rose, um recurso mental que ela usa para não sucumbir a influência negativa de Cal em sua vida. Jack representa tudo que Cal não é: Livre, humilde, com dotes artísticos, romântico, atencioso… Parece bom demais para ser verdade, não é?

No final do filme, uma versão mais velha de Rose é confrontada com o fato de que nunca foi encontrado nenhum registro sobre Jack. A resposta da senhora foi: “Claro. Não seria possivel, não é? Eu não nunca havia falado sobre ele até agora… O coração de uma mulher é um oceano de segredos, mas agora vocês sabem que existiu um Jack Dawson e que ele me salvou, de todas as formas que uma pessoa pode ser salva. Eu não tenho nenhum retrato dele. Agora ele existe apenas em minha memória.”

4. O SHOW DE TRUMAN é na verdade dirigido pelo diabo

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No filme, o reality show é dirigido por Christof, personagem de Ed Harris. Ele é capaz de controlar tudo que acontece na redoma onde o programa é gravado, como o horário em que o sol nasce, o momento em que chove e o destino das pessoas. Tais “poderes” fazem com que o personagem seja, por motivos óbvios, analisado como uma alegoria para um Deus onisciente, onipotente e onipresente. Porém, há quem acredite que Christof é, na verdade, uma representação do diabo, pois ele manipula uma grande mentira. O próprio nome dele (Christ significa Cristo; of se assemelha muito a palavra off, que significa fora, distante, afastado) seria um indício de que ele é, na verdade, um tipo de Anticristo.

Para descobrir a verdade e se libertar, Truman enfrenta a fúria de Christof e navega por águas turbulentas até chegar ao fim do estúdio, onde há uma escada no “céu”. Antes de sair do mundo de ilusão em que ele sempre viveu e finalmente alcançar sua redenção, Truman reencena dois atos realizados por Cristo: Anda sobre as “águas” e abre os braços em um movimento que alude à crucificação.

5. Jack é o diabo e o hotel é o inferno em O ILUMINADO

A trama se passa na década de 1980, mas Jack é visto em uma foto de 1921 no final do filme. Como seria possível alguém passar tantas décadas sem envelhecer? Uma justificativa para isso seria que Jack foi assassinado nas primeiras décadas do século 20 em uma de suas visitas ao hotel. Assim, os eventos de O Iluminado seriam ambientados não no Hotel Overlook, mas sim no inferno, onde Jack é confrontado com todos os seus medos e inseguranças e perde por completo a sanidade mental.

A foto ao final do filme é tão misteriosa que serve de ponto de partida para diversas teses. Uma delas é que Jack é, na verdade, o diabo. É claro que não dá pra chamar ninguém que persegue o filho e a esposa com um machado de anjo, mas o que justificaria a comparação com o tinhoso é o fato de que Jack aparece com uma pose igual a de Baphomet na emblemática foto de 1921. Baphomet é uma divindade da tradição pagã que simboliza o diabo no satanismo.

6. O conteúdo misterioso da mala é na verdade a alma de Marcelus Wallace em PULP FICTION

Dia 6 de novembro/ quarta-feira 19h- abertura Curta metragem- Malária 20h45- Pulp Fiction (classificação indicativa 18 anos)

Uma das mais inventivas teorias sobre o conteúdo da pasta é aquela que diz que a maleta carrega a alma do gângster Marsellus Wallace. O magnata do crime teria vendido sua alma para o diabo, mas se arrependeu do pacto e a reivindicou de volta. Uma suposta evidência disso seria o curativo que o personagem de Ving Rhames usa na nuca, local por onde sua alma teria sido “evacuada”. Sendo assim, o objetivo de Jules (Samuel L. Jackson) e Vincent (John Travolta) é entregar a alma de volta para Marsellus. Por estarem resgatando um espírito das mãos de satã, eles são protegidos por Deus, o que explica porque eles não foram atingidos por nenhuma bala na cena do tiroteio. Aliás, alguém lembra qual era a senha da maleta? Nada mais, nada menos que “666”, o “número da Besta”. Para quem leva essa teoria a sério, o número é a evidência de que a maleta veio das profundezas do inferno.

“Me diga você o que você acha que há dentro da maleta. Se você acha que é a alma que Marsellus Wallace comprou de volta do diabo, e isso é uma teoria que eu já ouvi, você está correto. É a alma dele. Saber que eu fiz um filme que pode inspirar leituras tão imaginativas me deixa orgulhoso”, afirmou Tarantino em certa ocasião.

7. James Bond é apenas um codinome usado por diferentes agentes em 007

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Além do dom para realizar missões arriscadas e seduzir mulheres perigosas, o espião mais famoso do cinema é conhecido por sua clássica apresentação: “My name is Bond. James Bond”. A notável frase já foi repetida por Sean Connery, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton, Pierce Brosnan e Daniel Craig ao longo dos mais de 50 anos da franquia 007 nos cinemas.

Porém, há uma teoria bastante simples para explicar porque um agente secreto de alto nível que corre riscos inomináveis em suas aventuras não hesita em sair por aí divulgando seu nome e sobrenome: James Bond é apenas um codinome, passado de agente para agente toda vez que um Bond é morto ou desiste de trabalhar para MI6.

A teoria é bastante controversa e muitos fãs da franquia se recusam a levar a tese a sério. Uma das objeções a ela seria o fato de que James Bond, em diversas encarnações diferentes, lamenta a morte de sua esposa Tracy Bond (Diana Rigg), que ocorreu em 007 A Serviço Secreto de Sua Majestade, de 1969. Outra prova de que James Bond é sempre o mesmo personagem (embora nem sempre interpretado pelo mesmo ator) é que no final de 007 – Operação Skyfall, é possível observar as lápides de Andrew Bond e Monique Delacroix Bond, pais de James.

Ainda assim, os mais ferverosos adeptos da teoria do codinome poderiam retrucar ao argumentos dos céticos dizendo que o título de 007 passou sim por diversos personagens diferentes. O que faz diversos “Bonds” diferentes lamentarem a morte de Tracy é o MI6, que sempre implanta as memórias dos Bonds anteriores nos agentes que vão assumir o codinome em seguida para que eles jamais desconfiem que não são o Bond original.

8. GREASE é apenas uma alucinação à beira da morte de Sandy

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O musical Grease – Nos Tempos da Brilhantina marcou uma geração ao mostrar o romance entre Sandy (Olivia Newton-John) e Danny (John Travolta) e trazer canções como “You’re the One That I Want”, que fizeram com que a trilha sonora do longa se tornasse uma das mais vendidas de todos os tempos. Só que existem pessoas que ouvem acordes mais soturnos nas entrelinhas do filme.

Uma teoria elaborada por fãs no site Reddit analisa a cena final de Grease, em que Sandy e Danny ascendem aos céus em um veículo conversível. Até onde sabemos, John Travolta não detém nenhum poder especial para quebrar as leis da física de uma maneira tão gritante. Então o que teria acontecido de verdade?

Em Grease o casal principal se conhece em uma praia. Em um momentou posterior do filme, Danny canta a faixa “Summer Nights”, sobre o primeiro encontro que eles tiveram. A letra da faixa diz que ele “salvou a vida” de Sandy e que ela “quase se afogou”. Porém, de acordo com a tese, Sandy teria de fato se afogado. Enquanto sucumbia na água, a falta de oxigênio no cérebro fez com que ela tivesse uma alucinação, preenchida com a figura de uma das últimas pessoas que ela viu, justamente Danny. Assim, a cena do conversível representa os últimos momentos de vida de Sandy, quando ela inicia sua jornada para o paraíso.

9. Carl na verdade morreu no início de UP

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Em uma teoria que surgiu no Pinterest, Carl teria morrido logo no começo do filme depois de descobrir que teria que deixar a casa onde viveu com Ellie e ir para um asilo. O resto do filme é a jornada de Carl para o céu, sendo que Russell é seu anjo da guarda que está na missão para ganhar asas (representada pela medalha final de escoteiro). Russell assume a forma de criança porque representa o bebê que Ellie e Carl quiseram ter no começo do casamento. Paradise Falls seria o paraíso, onde Carl encontra Ellie e eles vivem felizes para sempre.

10. ENROLADOS, FROZEN, A PEQUENA SEREIA e TARZAN estão interligados

Já sabemos que Rapunzel e Eugene, de Enrolados, aparecem no filme Frozen, durante a coroação de Elsa:

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O que levou os fãs da Disney a pensarem em tal teoria: o rei e a rainha de Arendelle (o reino de Frozen) poderiam estar a caminho do casamento de Rapunzel e Eugene (deEnrolados) quando o navio deles naufragou e é por isso que Rapunzel e Eugene quiseram ir à cerimônia de coroação de Elsa (em Frozen) anos depois.

Além disso, outro indício de que os filmes acontecem no mesmo universo é o tempo entre os eventos. A coroação de Elsa é mostrada como acontecendo “três anos depois” eEnrolados foi lançado três anos antes de Frozen

Mas não esquecemos de que Pequena Sereia também pode estar envolvido, e isso se daria pelos países onde acontecem os filmes.

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O Reino de Corona, de Enrolados, fica na Alemanha, enquanto o Reino de Arendelle, deFrozen, fica na Noruega. Já a Ariel e sua família moram perto da Dinamarca.

Colocando tudo isso em um mapa, dá para perceber que é possível que o navio dos reis de Arendelle tenha afundado no meio do caminho (ou seja, na Dinamarca), onde é visto por ninguém menos que Ariel no filme A Pequena Sereia.

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Então… os diretores de Frozen, Chris Buck e Jennifer Lee, confirmaram que os pais de Elsa estavam indo para um casamento quando o navio deles afundou. Porém, segundo Buck, eles não morreram no naufrágio. Eles foram “levados à costa de uma floresta onde a Rainha deu à luz a um menino”, antes de “ser comida por um leopardo”. Soou familiar? É porque esse é o começo do filme Tarzan. O que quer dizer que, se a teoria for verdade, Tarzan é o príncipe de Arandelle.

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11. BRANCA DE NEVE é na verdade sobre cocaína

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Algumas afirmam que o tio Walt também queria introduzir as crianças a outros vícios além da animação, e que tinha a intenção de que  Branca de Neve e os Sete Anões se tornasse um clássico atemporal sobre a cocaína. A maior “evidência” apoiando esta teoria seriam os nomes dos personagens: “Branca de Neve” é uma gíria para cocaína, e os nomes dos anões representariam as diferentes fases do vício. Em primeiro lugar, os usuários estão felizes (Feliz), e então eles começam a espirrar(Espirro). Eventualmente, eles ficam com sono (Soneca), e, em seguida, eles vão se sentir deprimidos (Zangado) ou tímidos (Dengoso). Em seguida, os usuários vão agir como Dunga e, eventualmente, eles precisam ver um doutor (Mestre).

No entanto (obviamente), não há nenhuma prova real para apoiar estas alegações. Walt Disney nunca afirmou que usava drogas ou que incentivasse seus empregados a usar drogas recreativas. “Branca de Neve” foi lançado em 1937 e a grande droga dos anos 30 era o álcool, não cocaína.

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